quarta-feira, 28 de março de 2012

Inmetro e a Feijoada Light


Nossa feijoada tem 50% menos gordura e 15% menos colesterol que as feijoadas tradicionais. Nossas carnes da feijoada são cozidas separadas do feijão e não utilizamos pé, rabo, orelha, etc, somente o lombo, a carne seca e as lingüiças. 

É hoje, quarta-feira, venha experimentar!!!

Confira a reportagem exibida pelo Fantástico em 06/02/2011

A um mês do carnaval, o Inmetro decidiu testar a estrela das rodas de samba do Rio de Janeiro. Vamos descobrir de uma vez por todas: será que existe mesmo uma feijoada light?

Onde tem gente esquentando os tamborins, tem sempre alguém esquentando uma feijoada.

O Inmetro, como sempre, quer ajudar o consumidor a adotar hábitos mais saudáveis e conscientes, evitando o excesso de gordura e colesterol nos alimentos. O primeiro teste foi feito justamente com uma campeã no paladar dos brasileiros: a feijoada.

O Inmetro testou ao todo seis feijoadas. Em três cozinhas diferentes, ela foi preparada da maneira tradicional, com todas as carnes cozidas na mesma panela do feijão: bacon, lingüiça portuguesa, pé, rabo e orelha de porco, costela suína, carne seca e lombo suíno.

Em outras três feijoadas, a carne foi cozida separadamente. Uma delas ainda dispensou o rabo, o pé, a orelha do porco e o bacon. Será que faz muita diferença?

Com equipamentos especiais, o Inmetro mediu a quantidade de gordura e colesterol nas feijoadas testadas. Os resultados foram avaliados pelo cardiologista Carlos Scherr.

Primeira conclusão importante: cozinhar as carnes em uma panela separada reduz a gordura na feijoada, e ela cai pela metade quando o prato é feito sem o bacon, o pé, o rabo e a orelha do porco.

Mas, ainda assim, não dá para abusar. A feijoada light tem uma quantidade grande de gordura saturada, aquele tipo que entope as artérias do coração.

Um bom prato da feijoada light já seria suficiente para estourar o limite diário de ingestão dessa gordura tão perigosa para a saúde.

O Inmetro descobriu ainda que quando as carnes são cozidas longe do feijão, o colesterol na feijoada cai 15%, comparado ao preparo tradicional.

“O magro pode ter colesterol alto. As doenças do coração são as doenças que mais matam no mundo e no Brasil também, como pressão alta e infarto”, explica o cardiologista. “Mas não precisa deixar de comer. O exagero que é ruim”.


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